Para quem é
Antes de escrever, veja se o meu trabalho serve para a sua empresa.
A página inicial descreve o problema. Esta aqui existe para você decidir. Prefiro perder um contato nesta página a descobrir na terceira reunião que o momento da empresa era outro.
Quem costuma me procurar
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O fundador ou controlador
Construiu a empresa, ainda decide quase tudo e percebeu que o próprio calendário virou o limite do crescimento. Em geral chega quando a sucessão deixou de ser assunto distante.
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O sucessor que já assumiu uma área
Tem responsabilidade, não tem alçada, e precisa de um combinado escrito para trabalhar sem atropelar quem o formou. Costuma ser quem primeiro sente falta de indicador confiável.
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O diretor ou executivo que responde pela operação
Faz a empresa girar, presta contas a uma família de sócios e precisa que a régua de decisão seja a mesma para todos. Procura quem organize a informação e o fórum onde ela é discutida.
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O conselheiro ou o assessor que indica
Advogados, contadores e conselheiros que atendem a família há anos e identificam um problema de gestão que não é do escopo deles. Costuma ser esse profissional quem faz a ponte.
Momentos em que o trabalho costuma render
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O crescimento passou do controle informal
A empresa dobrou de tamanho com o mesmo jeito de decidir de quando cabia todo mundo em uma sala. O que funcionava por proximidade agora vira retrabalho e ruído.
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A próxima geração está entrando
Um ou mais herdeiros assumiram função na empresa e a divisão de papéis ainda é combinada de boca. Este é o momento mais barato de escrever as regras, porque ninguém está em conflito ainda.
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Há troca de comando à vista
O fundador quer sair da operação, reduzir o ritmo ou passar a cadeira. A empresa precisa aprender a decidir sem ele antes que a saída aconteça.
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Mais de um ramo da família é sócio
Sócios com participações parecidas, expectativas diferentes e nenhum fórum onde essa diferença seja tratada como assunto de negócio. Costuma ser urgente antes de parecer urgente.
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A empresa vai investir e não confia no próprio número
Uma decisão grande está na mesa e ninguém consegue afirmar com segurança de onde vem o número que a sustenta. Organizar a informação de gestão vira pré-requisito da decisão.
Condições para o trabalho funcionar
Sem estas quatro condições, o projeto entrega documento e a empresa segue como estava.
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Patrocínio de quem decide
Alguém com poder de decidir precisa querer o trabalho e sustentá-lo quando ele incomodar. Consultoria contratada por quem não decide morre na primeira divergência.
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Acesso à informação e às pessoas
Preciso ver os números como eles são, inclusive bagunçados, e conversar com quem opera a rotina, além de quem decide. Informação filtrada produz diagnóstico errado.
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Formalização antes de começar
Escopo, prazo, entregável, valor e confidencialidade no papel. Isso protege os dois lados e evita a expansão silenciosa do trabalho.
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Disposição de mudar rotina
Papel novo sem rotina nova não muda resultado. A empresa precisa aceitar que reunião, pauta e registro passam a ocupar tempo de agenda todo mês.
Quem participa do trabalho
O núcleo é pequeno e estável: quem patrocina, quem dirige a operação e os sucessores envolvidos. Em empresas com mais de um ramo familiar, cada ramo precisa estar representado, ou o combinado nasce contestado.
Em algum momento entram quem cuida dos números do dia a dia e os responsáveis pelas áreas que vão alimentar os indicadores. Eles não decidem o desenho, mas precisam concordar que ele cabe na rotina deles.
Conselheiros, advogados e contadores da casa são convidados nos pontos em que o assunto é deles. Trabalho melhor com esses profissionais dentro da sala do que em paralelo a eles.
O que fica fora do meu escopo
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Assumir cargo ou rotina executiva
Eu desenho, treino e cobro; a execução continua com o time. Se o que falta é gente para operar o dia a dia, o problema é de contratação, e eu digo isso na primeira conversa.
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Redigir o instrumento jurídico
Acordo entre sócios, reorganização societária, holding, doação, testamento e inventário se resolvem com advocacia e contabilidade contratadas à parte. Eu organizo a decisão da família e preparo o material que o especialista vai precisar.
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Emitir laudo, auditoria ou avaliação de ativos
Quando o caso pede opinião independente sobre valor ou sobre demonstração contábil, a empresa contrata quem tem essa habilitação. Eu leio o resultado com a família e ajudo a decidir com ele na mão.
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Mediar conflito familiar já instalado
Desentendimento que passou do ponto da conversa de trabalho pede mediação familiar com profissional habilitado, contratada à parte. Eu sigo no que é gestão e governança, e digo antes de começar quando a mediação precisa vir primeiro.
Três sucessões que costumam ser tratadas como uma só
Boa parte da confusão em empresa familiar vem de misturar estas três conversas. Elas têm prazos, participantes e instrumentos diferentes.
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Escopo do meu trabalho
Sucessão executiva — quem dirige a empresa
Qual cargo, com quais competências, em qual prazo, preparado por quem e avaliado como. É a única das três que se resolve dentro da empresa, com plano de formação e prestação de contas.
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Decisão da família, instrumento com especialista
Sucessão societária — quem é dono e sob quais regras
Entrada e saída de sócio, direito de voto, o que acontece quando alguém quer vender. Eu conduzo a família até a decisão e escrevo a pauta; o acordo entre sócios é redigido por advocacia contratada à parte.
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Instrumento jurídico e tributário com especialista
Sucessão patrimonial — como os bens passam
Holding, doação, testamento e o custo tributário de cada caminho. É trabalho de advocacia e contabilidade independentes; eu entro para que a decisão chegue madura à mesa do especialista, e não o contrário.
Cinco perguntas antes de me escrever
Responda mentalmente. Elas são as mesmas que eu faço na conversa inicial.
- Existe alguém com poder de decidir que quer este trabalho e vai sustentá-lo quando ele incomodar?
- A empresa está disposta a me mostrar os números que já tem, mesmo bagunçados?
- As pessoas que decidem topam sentar na mesma sala e combinar regra por escrito?
- Há um prazo ou um evento empurrando a decisão: entrada de sucessor, troca de comando, crescimento que passou do controle?
- A empresa aceita que a mudança leva meses e cobra rotina nova, além de documento novo?
Se as três primeiras respostas foram sim, a conversa inicial vale o tempo dos dois. Se alguma delas foi "não sei", a conversa serve exatamente para isso. Se a primeira foi não, o trabalho ainda não tem onde se apoiar, e o melhor uso do seu tempo é construir esse patrocínio antes. Se a quarta foi não, o assunto é real, mas ainda não está maduro — a conversa rende mais quando houver um prazo ou um evento por trás dela. Se a quinta foi não, vale alinhar antes que profissionalização é rotina nova, não só documento novo; sem essa aceitação, o trabalho tende a parar no papel.
Reconheceu a sua empresa em boa parte desta página?
Escreva contando o que está acontecendo e por que agora. Eu leio pessoalmente e respondo com uma leitura franca de aderência.
A conversa inicial verifica aderência. O Diagnóstico de Gestão e Continuidade é a primeira etapa contratada.